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Sindicato
dos Trabalhadores nas Indústrias |
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Aviso
importante a Comunicamos aos nossos associados que não publicamos os Acordos Coletivos em razão de serem extensos e apresentarem problemas na abertura via internet, devido ao peso dos arquivos. Os interessados em conhecer o teor do que foi acordado em sua categoria devem procurar a secretaria do Sindicato, onde obterão cópia do documento. Telefone do Sindicato: (21) 3479-7500
Reduzir
a jornada
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Trabalhadores
não aceitam
O movimento sindical surgiu pela união dos trabalhadores na defesa de seus direitos. Essa história de “sindicalismo de resultados” surgida na década de 90, sob a batuta do governo liberal do tucano FHC, é balela e tenta enganar a classe trabalhadora. Seu objetivo real nada mais é que facilitar a vida dos empresários e o bolso de sindicalistas inescrupulosos. Empresários de todo o mundo se preparam para demissões em massa, e os brasileiros (a exemplo da privatizada Embraer) não vão ficar atrás. Ao demitir os patrões argumentam que só tomam esse tipo de medida por necessidade diante da crise econômica. Eles esquecem de dizer, no entanto, que vêm recebendo ajuda governamental para enfrentar o problema. Essa desculpa esfarrapada, portanto, não pode ser aceita em hipótese alguma. Carlos Lupi, ministro do Trabalho do governo Lula, declarou a veículos da grande mídia que as eventuais negociações diretas entre trabalhadores e empresários “são aceitáveis”. Na verdade não são, pois sem a direta participação dos representantes sindicais, treinados para os embates das mesas de negociação, fatalmente os empresários usarão o medo do desemprego para espremer o bolso dos empregados. Não há possibilidade de aceitarmos a diminuição de salários para garantir empregos. Ao contrário, queremos diminuição da jornada para, entre outras coisas, aumentar a demanda por trabalhadores no mercado formal. O emprego é garantia de estabilidade econômica e, por consequência, do consumo. Quando a empresa demite um trabalhador, todos os que dependem dele deixam de consumir. Sem consumo não há produção e sem produção a economia para e isso sim pode significar uma crise sem solução. A hora, portanto, é de responsabilidade e união em torno de um só objetivo: refrear qualquer tentativa do empresariado de diminuir direitos em nome da crise, que foi gerada pela ganância dos grandes capitalistas e sua jogatina no mercado financeiro. É dever dos sindicalistas resistir, de todas as maneiras, a qualquer tentativa de “flexibilização” de direitos, seja ela defendida por quem quer que seja. |
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